Inferno em Sobibor
A tragédia de um adolescente judeu
Registro | RG-BBG/7 |
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Categoria | Autobiografia |
Área | Literatura |
Editora | Bloch Editores |
Edição | 2 |
Ano de publicação | 1968 |
Cidade | Rio de Janeiro |
Estado | Rio de Janeiro |
País | Brasil |
ISBN | |
Pages | 305 |
Idioma | Português |
Ninguém, nem mesmo alguns personagens e vitimas do campo de extermínio, sabia onde era Sobibor. O que era Sobibor. Para que era Sobibor. Foi preciso que um dos seus habitantes sobrevivesse a tirania, a brutalidade dos carrascos nazistas e pudesse, mais tarde, contar em livro os horrores do inferno de Sobibor. Ao escrevê-lo, o autor não podia imaginar que dois de seus carrascos estavam entre nós, levando uma vida normal, sem demonstrarem qualquer remorso pelos crimes que praticaram, isolados ou conjuntamente. Inferno em Sobibor não e um livro de vingança, mas de lembrança e advertência. Relatando cruamente os fatos, as aberrações do nazismo, a ferocidade de bestas humanas contra os judeus, o autor procura despertar a consciência de todos para o problema que permanece latente em muitos países e, em outros, já começa a emergir. A advertência é decorrente da lembrança: as forcas do ódio racial podem criar seus infernos em qualquer parte do mundo. Mas sempre haverá um homem, uma consciência que, mais cedo ou mais tarde, apontará o nome dos verdugos a História. Para isso foi escrito esse livro.